Contar a história...

Relato da história dinamizada no âmbito da exposição o trajar e o ourar. Complemento ao blog "Histórias de uma animação histórica".

18.9.05

Trajar e ourar populares: a região do Douro

Atraídas pela canção que as crianças cantavam, uma lavradeira rica e uma noiva da região do Douro apareciam a oferecer a sua ajuda, conduzindo o grupo à sala onde se encontravam cinco manequins: dois com trajes de festa, uma menina da fonte, uma noiva do Douro e uma lavradeira rica. Em carne e osso surgiam a noiva, a lavradeira rica e uma ceifeira (na foto com a mulher da fonte do Minho). A diferença quer entre os trajes quer entre as jóias das duas regiões era alvo de atenção. Desta feita a tarefa sugerida às crianças era a de desenharem, no retrato da dama, algumas das jóias expostas.

Ainda nesta sala, as crianças reencontravam o casal de nobres que lhes perguntava o que tinham descoberto sobre as jóias. Da análise da vária informação recolhida surgia a questão sobre a diferença entre as jóias da dama nobre e as das ceifeiras e demais mulheres do povo. As crianças identificavam as pedras preciosas e a cor como diferenças mais significativas.
Perante o que as crianças tinham conseguido recolher, inclusivamente a localização da oficina do ourives, os nobres conduziam o grupo até essa última sala para que as jóias decididas pela dama Antonieta pudessem ser executadas.